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Destaques,Colunistas,Curiosidades,Sérgio R. Bernardes

O avanço da implantodontia no Brasil longevo

  • abril 10, 2026

*Por Sérgio Bernardes, implantodontista e diretor da Neodent

O Brasil atravessa uma transformação demográfica significativa, cujos impactos já são percebidos na prática clínica odontológica. De acordo com projeções do IBGE, a população com 60 anos ou mais, atualmente em torno de 15,6%, poderá atingir 37,8% até 2070, superando 75 milhões de pessoas. Nesse mesmo período, o país passará a ter mais idosos do que crianças e jovens, configurando um novo perfil epidemiológico que exige revisão das prioridades assistenciais e maior atenção à reabilitação oral como componente do envelhecimento saudável.

Paralelamente, observa-se uma mudança importante no padrão de saúde bucal da população idosa. Dados da pesquisa SB Brasil indicam redução no índice CPO-D, que passou de 27,53, em 2010, para 23,55, em 2023. Esse avanço reflete melhorias no acesso aos serviços odontológicos e maior conscientização sobre prevenção. No entanto, o fato de os pacientes chegarem à terceira idade com mais dentes não implica menor demanda clínica — ao contrário, traz maior complexidade aos casos.

Quando analisamos as gerações anteriores, tínhamos casos predominantemente de edêntulos. Os idosos atuais apresentam dentições mais preservadas, porém frequentemente associadas a histórico restaurador extenso, desgaste dentário, comprometimento periodontal e reabilitações antigas. Condições como a periodontite, associadas à perda óssea e ao uso prolongado de próteses removíveis, permanecem como desafios relevantes na prática clínica.

A perda dentária, ainda prevalente nessa faixa etária, apresenta repercussões que vão além da cavidade oral. A diminuição da eficiência mastigatória pode levar a alterações na dieta, com menor ingestão de alimentos fibrosos e proteicos, favorecendo déficits nutricionais e contribuindo para quadros de fragilidade e agravamento de doenças sistêmicas. Do ponto de vista psicossocial, a ausência dentária ou o uso de próteses instáveis impacta negativamente a autoestima, a comunicação e a interação social do paciente.

 

Implantodontia: previsibilidade clínica e impacto na qualidade de vida

Nesse contexto, a implantodontia se consolida como uma alternativa terapêutica previsível e eficaz. Os avanços em técnicas cirúrgicas, biomateriais e planejamento digital proporcionam altas taxas de sucesso, frequentemente superiores a 95%, além de longevidade clínica significativa quando há acompanhamento adequado. As próteses implantossuportadas oferecem ganhos expressivos em estabilidade e função mastigatória quando comparadas às

próteses removíveis convencionais, refletindo diretamente na qualidade da dieta e no bem-estar geral do paciente.

Além dos benefícios funcionais, podemos destacar os impactos positivos em conforto e segurança, com eliminação de instabilidade e desconforto frequentemente associados às próteses removíveis. A melhora estética e funcional contribui também para o resgate da autoestima e favorece a reinserção social do idoso.

É importante ressaltar que a indicação de implantes deve ser pautada por uma avaliação criteriosa das condições sistêmicas e da capacidade funcional do paciente, e não exclusivamente pela idade cronológica. Fatores como controle de comorbidades, uso de medicações e capacidade de higienização são determinantes para o prognóstico.

Outro fator que merece atenção é a odontogeriatria, que assume um papel estratégico, exigindo do cirurgião-dentista uma abordagem ampliada e individualizada. O manejo clínico do paciente idoso demanda atenção a aspectos como polifarmácia, limitações motoras e possíveis déficits cognitivos, além de integração com outras áreas da saúde.

O envelhecimento populacional já é uma realidade consolidada e redefine o perfil das demandas clínicas. Envelhecer com mais dentes não reduz a necessidade de intervenção, mas eleva a complexidade dos tratamentos. Nesse contexto, a implantodontia deixa de ocupar um papel complementar e passa a ser ferramenta essencial na promoção de qualidade de vida, ao possibilitar não apenas a reabilitação funcional, mas também a preservação da autonomia e da dignidade do paciente idoso.

 
 
Sergio Bernardes é Diretor Sênior de Novos Produtos e Práticas Clínicas da Neodent. Com mais de 10 anos de experiência na indústria de implantes dentários, inicialmente como consultor e atualmente como Diretor Sênior de Novos Produtos e Práticas Clínicas, possui uma sólida trajetória no setor. Cirurgião clínico desde 2000, atua em procedimentos de cirurgia, prótese e reabilitação oral. Graduado em Odontologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e com diploma de equivalência em Odontologia pela Universidade de Lisboa, especializou-se em Prótese Dentária pela APCD/Bauru e em Implantodontia pelo CFO Brasil. Possui também Mestrado em Reabilitação Oral pela Universidade Federal de Uberlândia e Doutorado (Ph.D.) na mesma área pela Universidade de São Paulo. Desde 2003, dedica-se também à formação de novos profissionais como professor, instrutor e treinador, ministrando cursos teóricos e práticos. Como palestrante internacional, já compartilhou seu conhecimento em mais de 20 países na América do Sul, Central e do Norte, Europa, África, Oriente Médio e Ásia. É coautor de três livros sobre Implantodontia e segue contribuindo com publicações científicas em revistas especializadas e capítulos de livros, tanto no Brasil quanto no exterior. Seu foco principal está na pesquisa, desenvolvimento de novos produtos, escrita científica e análise de marketing aplicada à Implantodontia e áreas correlatas, sempre com o compromisso de integrar inovação clínica e excelência acadêmica
 

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